sexta-feira, 16 de julho de 2021

O ressurgimento do escutismo em São Tomé e Príncipe!

 


O ressurgimento do escutismo em São Tomé e Príncipe!


Num sábado do mês de Março do ano de 1993, quando um dos catequista da Paróquia da Santíssima Trindade, Edmar Cunha Barros numa das salas da residência dos padres na cidade da Trindade, ao rever os documentos catequéticos da era colonial, descobriu um folheto que fazia referência ao escutismo. 

Nesta conjuntura o mesmo dirigiu-se ao Victor Rompão solicitando-lhe opinião sobre a possibilidade de implementarem na altura um grupo de escuteiros na Paróquia. Para tal recorreram ao pároco da Trindade na altura, o Padre Agostinho Rebelo que junto ao Bispo Dom Abílio Ribas, que se mostrou toda a abertura da Diocese para a implementação do movimento.

Assim sendo, com a ajuda de um jovem escuteiro francês de nome Cristophe Desmet que trabalhava no projeto PNAF no país nessa altura, inicia-se assim a formação com um grupo de 14 jovens de 3 paróquias distintas do pais sendo elas Santissíma Trindade, Nossa Senhora de Santa Ana e Nossa Senhora da Conceição.

A formação teve a duração de 3 meses, aonde o Cristophe Desmet transmitiu muita experiência escutista aos demais, e criando um corpo diretivo com as seguintes estruturas:

      Cargo                                                                                                Nome

Chefe Nacional                                                                              Edmar Cunha Barros

Secretário                                                                                       José Luís Augusto

Tesoureiro                                                                                      Mário Aguiar

Após a formação houve a investidura dos primeiros 14 dirigentes, celebrada no dia 22 de Agosto de 1993 na Sé Catedral. 

Em seguida formou-se os 3 primeiros Agrupamentos sendo eles:

Agrupamento Nº 1 Nossa Senhora da Conceição

Agrupamento Nº 2 Santíssima Trindade

Agrupamento Nº 3 Santa Ana

Os agrupamentos foram evoluindo e cada um tinha a sua autonomia administrativa para investir novos membros ao movimento.

Na altura, toda a dependência estava sob o modelo e o sistema francês e as cores dos lenços eram as seguintes:

Lobitos: Cor laranja com barra amarela

Júnior: Cor azul claro com barra amarela

Sénior: Cor Vermelha com barra amarela

Dirigentes: Cor azul-escura com barra amarela

Ressurge assim o escutismo em São Tomé e Príncipe.

A Associação foi expandido por diversas paróquias existente no pais e atualmente existem quinze estruturas locais sendo treze agrupamentos formados e dois em formação.

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